Os pais desempenham um papel
fundamental na construção da autoestima dos filhos. Em vez de criar o hábito de
repreender a criança o tempo todo, os pais precisam interagir de forma positiva
valorizando suas realizações no cotidiano. O elogio funciona como uma força
poderosa na mudança do comportamento e no aumento da segurança. Quem recebe
incentivos explora situações novas com mais confiança.
A criança tem que ser orientada com atenção e cuidado, para entender o que não pode, aprender a compartilhar e brincar junto. Falar coisas como “você sempre estraga tudo”, “esse menino é uma peste” e “você está me envergonhando” faz com que a criança se sinta inadequada. É melhor dizer: “você pode melhorar nisso e naquilo”, “eu posso te ajudar a superar essa dificuldade dessa forma”, “você é tão bacana, não precisa agir assim” e “existe lugar para tudo, aqui você não pode fazer isso”. Tudo sem ofender. A criança entende o que você fala, e quanto mais ela ouvir que é feia, que não faz nada direito, mais ela acredita que aquilo é verdade, o que resulta em baixa autoestima e que pode ser levada para a vida adulta.

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